Pesquisa Datafolha revela variação na avaliação do governo Lula entre cinco unidades, com Pernambuco à frente em aprovação e Distrito Federal na liderança da rejeição

A pesquisa mostra diferenças claras na percepção sobre a gestão do presidente Lula entre estados e o Distrito Federal.

Em Pernambuco, a avaliação positiva se destaca, ao passo que o Distrito Federal apresenta o maior índice de avaliação negativa.

Os dados foram divulgados pela Folha de S.Paulo, com coleta realizada pelo Datafolha entre 18 e 21 de agosto de 2026, conforme informação divulgada pela Folha de S.Paulo, com dados do Datafolha.

Pernambuco lidera a avaliação positiva

Em Pernambuco, 46% dos entrevistados consideram a gestão do presidente Lula como ótima ou boa, enquanto 27% a classificam como ruim ou péssima. Esse resultado coloca o estado na liderança da avaliação do governo Lula entre as cinco unidades pesquisadas.

Distrito Federal registra maior rejeição

No Distrito Federal, o levantamento aponta que 51% consideram o governo como ruim ou péssimo, e apenas 27% o veem como ótimo ou bom. O número coloca o DF como o local com pior desempenho na avaliação do governo Lula segundo o Datafolha.

Grandes colégios eleitorais e variações

No maior colégio eleitoral do país, São Paulo, 27% avaliam o governo como ótimo ou bom, enquanto 48% o consideram ruim ou péssimo. No Rio de Janeiro, os percentuais são os mesmos, 27% de ótimo ou bom, e 48% de ruim ou péssimo.

Em Minas Gerais, o segundo maior colégio eleitoral, 34% avaliam a gestão como ótima ou boa, e 42% como ruim ou péssima, mostrando padrão distinto em relação a Pernambuco e ao Distrito Federal.

Metodologia e registros do levantamento

O Datafolha ouviu eleitores em cinco unidades federativas entre os dias 18 e 21 de agosto de 2026, em Pernambuco, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Distrito Federal.

As pesquisas estão registradas no TSE sob os números BR-07185/2026, BR-08448/2026, BR-04396/2026, BR-00109/2026 e BR-02094/2026, com nível de confiança de 95%, segundo a Folha de S.Paulo, com dados do Datafolha.


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