Proposta de habitação popular no Mato Grosso do Sul inclui casas modulares, aluguel social e programa estadual em parceria com 79 municípios, priorizando famílias vulneráveis

O candidato apresenta um plano de governo que traz propostas para enfrentar o déficit habitacional em Mato Grosso do Sul, com foco em soluções rápidas e de menor custo, como as casas modulares.

Entre as medidas, estão a criação de um programa estadual de habitação popular, parcerias com os 79 municípios e políticas específicas para mulheres chefes de família, indígenas, quilombolas e pessoas com deficiência.

As propostas também incluem ampliação da regularização fundiária, urbanização de bairros periféricos, acesso à infraestrutura básica e programas de aluguel social em situações de emergência, conforme plano de governo registrado na Justiça Eleitoral.

Casas modulares e tecnologia na construção

O projeto aposta nas casas modulares como alternativa para acelerar a entrega de moradias. A proposta ressalta que as novas tecnologias podem reduzir custos e tempo de obra, oferecendo mais conforto e segurança para famílias de baixa renda.

Na justificativa, é citado que “Nas últimas décadas, Mato Grosso do Sul não avançou de forma significativa na redução do déficit habitacional. Milhares de famílias ainda vivem sem acesso à moradia digna, enfrentando aluguel caro, ocupações precárias e falta de infraestrutura básica. Isso acontece mesmo diante dos avanços da tecnologia na construção civil, como as casas modulares, que já demonstram ser uma alternativa moderna, rápida, segura e acessível para a habitação popular“.

Aluguel social e mutirões habitacionais

O pacote prevê políticas de aluguel social para famílias em situação de emergência, além do fortalecimento de programas de mutirão habitacional com participação das comunidades e movimentos sociais.

O objetivo declarado é oferecer respostas imediatas para casos críticos, enquanto se avança na construção de moradias permanentes por meio de tecnologias mais eficientes.

Programa estadual e prioridades

O plano detalha a criação de um programa estadual de habitação popular em parceria com os 79 municípios, com critérios de prioridade para famílias de baixa renda, mulheres chefes de família, população em situação de vulnerabilidade, indígenas, quilombolas e pessoas com deficiência.

Segundo o texto, “Nosso governo irá investir na construção de moradias populares utilizando novas tecnologias da construção civil, como modelos modulares e sustentáveis, garantindo mais agilidade, redução de custos, conforto e segurança para as famílias“.

Regularização fundiária e infraestrutura

Além das moradias, a proposta prevê ampliar programas de regularização fundiária, urbanizar bairros periféricos e garantir acesso a água, energia, saneamento, pavimentação, transporte público e áreas de lazer.

O plano reafirma um compromisso político, afirmando que “Nosso compromisso é construir uma política habitacional que coloque a dignidade humana acima da especulação imobiliária, garantindo que toda família sul-mato-grossense tenha direito a uma moradia segura, acessível e de qualidade, vamos governar com o povo“.

As propostas estão registradas no plano de governo apresentado à Justiça Eleitoral, e representam a estratégia do candidato para enfrentar o déficit de moradia em Mato Grosso do Sul, com ênfase em habitação popular, tecnologias modulares e programas sociais.


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