O mapeamento do IBGE revela padrões de ocupação, com maior expansão horizontal no Rio de Janeiro concentrada em áreas com receita de royalties, e reflexos na Serra
A urbanização no estado do Rio ganhou espaço visível nos últimos anos, com mudanças na paisagem e uso do solo que impactam transporte, serviços e meio ambiente.
A expansão horizontal no Rio de Janeiro tem relação com fatores econômicos, como a presença de royalties, e com pressões por moradia, infraestrutura e comércio.
De 2019 para 2022, áreas urbanizadas nos 92 municípios do Estado do Rio expandiram em 89,25 km², conforme informação divulgada pelo IBGE.
Onde a expansão foi mais intensa
Os dados mostram que a expansão horizontal no Rio de Janeiro foi maior em municípios que recebem royalties, onde houve maior atração de investimentos e demanda por loteamentos, comércio e infraestrutura.
O que o mapeamento do IBGE aponta sobre a Serra
No caso da Serra, o mapeamento do IBGE indica avanço da ocupação em áreas antes rurais, com terrenos transformados para uso urbano, pressionando recursos naturais e exigindo planejamento municipal.
Impactos e desafios
A expansão horizontal no Rio de Janeiro traz desafios, como necessidade de transporte público, saneamento e preservação de encostas, além do risco de expansão desordenada em áreas sensíveis.
Perspectivas
Entender onde e por que ocorre a expansão horizontal no Rio de Janeiro ajuda a orientar políticas públicas, investimentos e ações de preservação, para equilibrar crescimento e qualidade de vida.

Deixe um comentário