O mercado cambial apresentou movimento de descompressão na sessão desta segunda-feira, com o dólar à vista recuando frente ao real, em linha com a dinâmica observada em mercados internacionais.

Traders apontaram que a valorização dos preços do petróleo e o avanço de pesquisas eleitorais deram sustentação ao comportamento do câmbio, enquanto a formação da Ptax no fim do mês limitou oscilações ao longo do dia.

No fechamento, a volatilidade perdeu amplitude após a última janela de consulta para a taxa do Banco Central, e o mercado segue atento às próximas referências internacionais e locais, conforme informação divulgada pela fonte enviada.

Por que o dólar recuou hoje

O recuo do dólar na sessão acompanhou a maioria dos mercados mais líquidos no exterior, com apoio da elevação nos preços do petróleo e de sinais das pesquisas eleitorais, segundo traders. A formação da Ptax no fim do mês, cotação que serve de referência para vários contratos, também definiu parte do comportamento intradiário.

Como ficaram as cotações e o balanço do mês

Ao término das negociações no mercado à vista, o dólar fechou negociado em queda de 0,31%, cotado a R$ 5,1797, depois de bater a mínima de R$ 5,1610 e encostar na máxima de R$ 5,1886. No mês, no mês de agosto a moeda acumulou alta de 2,17%, mostrando que, apesar do recuo na sessão, o saldo mensal segue positivo.

Da mesma forma, o euro comercial registrou depreciação de 0,03%, a R$ 6,0176, enquanto o indicador de força da moeda americana no exterior, o índice DXY recuava 0,29%, aos 99,413 pontos, perto das 17h20.

O que monitorar nas próximas sessões

O mercado continuará atento a novos dados sobre preços de commodities, movimentos do índice DXY e leituras sobre a formação da Ptax. Além disso, qualquer sinal adicional do Banco Central, por meio de janelas de consulta ou posicionamento, pode afetar a volatilidade do dólar.

Para quem opera ou acompanha o câmbio, é relevante observar como pesquisas eleitorais e preços do petróleo se relacionam com fluxos cambiais, porque esses fatores ajudam a explicar oscilações de curto prazo, mesmo quando o mês apresenta tendência mais clara, como a alta de 2,17% em agosto.


Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *