XPLG11 confirma pagamento de R$ 0,82 por cota em setembro, yield mensal aproximado de 0,89% sobre cota a R$ 91,74, pagamento em 15 de setembro de 2026 e corte em 31 de agosto de 2026

XPLG11 anunciou a distribuição de rendimentos referente ao mês de agosto, mantendo o valor por cota em R$ 0,82.

O pagamento está previsto para 15 de setembro de 2026, e terão direito aos proventos os investidores com posição até o encerramento do pregão de 31 de agosto de 2026.

Os rendimentos seguem isentos de Imposto de Renda para pessoas físicas, observadas as condições legais, conforme informação divulgada no relatório gerencial de julho do XPLG11.

Detalhes do rendimento e calendário

Os cotistas do fundo imobiliário XPLG11 vão receber R$ 0,82 por cota referentes ao rendimento de agosto, valor que permanece no mesmo patamar desde fevereiro de 2025. Considerando a cotação de R$ 91,74, os dividendos do XPLG11 equivalem a um dividend yield mensal aproximado de 0,89%.

O pagamento está previsto para 15 de setembro de 2026. Terão direito aos proventos os investidores com posição até o encerramento do pregão de 31 de agosto de 2026, data que servirá como corte para a apuração dos beneficiários.

Os rendimentos do fundo permanecem isentos de Imposto de Renda para pessoas físicas, observadas as condições previstas na legislação vigente.

Indicadores de mercado e liquidez

No relatório gerencial de julho, a cota de mercado do fundo fechou a R$ 92,90, enquanto a cota patrimonial foi de R$ 104,84 no período, refletindo a diferença entre preço negociado e valor patrimonial reportado.

No mercado secundário, foram contabilizadas 2.019.736 negociações no mês, movimentando R$ 184,9 milhões, com média diária de R$ 8,0 milhões. A base de investidores somou 370.918 cotistas, após a entrada líquida de 23.592 novos participantes.

Operação, inadimplência e vacância

No aspecto operacional, a inadimplência encerrou o período em 4,8% da receita de locação mensal, envolvendo seis locatários em tratativas de cobrança. A vacância física ficou em 8,8% e a vacância financeira em 4,6%.

Esses indicadores ajudam a medir riscos de curto prazo para a geração de caixa do XPLG11, e devem ser acompanhados por investidores que priorizam previsibilidade de rendimentos.

Carteira logística e concentração de receita

A carteira do FII reúne 31 condomínios logísticos, totalizando 330 módulos performados, além de um empreendimento em construção. A área construída soma 1.715.690 metros quadrados e atende a 92 locatários.

Por classe de ativo, os imóveis representam 96% da carteira, enquanto as aplicações financeiras correspondem a 2% e as cotas de FII a outros 2%. Em termos geográficos, a área construída está concentrada em São Paulo (62,0%), seguida por Minas Gerais (12,5%), Rio Grande do Sul (8,4%), Rio de Janeiro (7,8%) e Santa Catarina (3,5%).

A receita contratada decorre de contratos típicos (57%) e atípicos (43%). Os reajustes são majoritariamente vinculados ao IPCA (92%), ante 8% indexados ao IGP-M.

Por setor de atuação dos inquilinos, o comércio varejista lidera a receita com 56%, seguido por “outros” (23%), logística (12%) e material de construção (8%). Entre os principais locatários individuais, a receita do fundo é liderada por Mercado Livre (23%), seguida por Leroy (8%), Renner (6%), SB (5%), Mobly (4%), Via Varejo (4%) e FedEx (3%). Os demais inquilinos somam 45% da receita.

Para investidores, o que importa é que o rendimento de R$ 0,82 por cota mantém-se estável desde fevereiro de 2025, o pagamento está agendado para 15 de setembro de 2026, e os indicadores de vacância e inadimplência apontam pontos de atenção que podem influenciar a sustentabilidade dos proventos.


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