Pedro Uczai, líder do PT na Câmara, acusa Flávio e Eduardo Bolsonaro de articular o ‘tarifaço dos EUA’ que impõe 25% a produtos brasileiros e cobra medidas do governo

O líder da bancada do PT na Câmara, deputado Pedro Uczai, afirmou que a decisão dos Estados Unidos de aplicar uma tarifa adicional de 25% sobre produtos brasileiros decorre da atuação de Flávio e de Eduardo Bolsonaro.

Uczai disse que os dois parlamentares trabalharam contra os interesses do país ao defender sanções dos EUA, e classificou a medida como mais um ataque ao Brasil, em um cenário de tensão comercial.

O parlamentar também defendeu a adoção da Lei da Reciprocidade e afirmou que o governo tomará medidas para proteger empresas, empregos e a economia diante do novo tarifaço dos EUA, conforme informação divulgada pela fonte fornecida.

Acusações e citações do líder do PT

Segundo a nota do deputado, “Mais um ataque ao Brasil, promovido pelo governo Trump e articulado por Flávio Bolsonaro e Eduardo Bolsonaro”, declarou, em nota.

Uczai ressaltou que a postura dos irmãos Bolsonaro teria favorecido sanções externas, e que a resposta do governo brasileiro precisa ser firme para defender os interesses nacionais.

Impacto econômico e data da medida

A tarifa adicional de 25% incide sobre importações de produtos brasileiros, e a medida entra em vigor a partir de 22 de julho, de acordo com a informação recebida.

O episódio aumenta a preocupação de setores industriais e do agronegócio, que podem ver aumento de barreiras em um dos maiores mercados do mundo, reforçando o debate sobre proteção de empregos e competitividade.

Reações e medidas propostas

Uczai afirmou ainda, “O Brasil não é quintal de ninguém. Somos a maior economia da América do Sul. O governo federal já abriu novos mercados para os produtos brasileiros, aplicará a Lei da Reciprocidade e defenderá os interesses nacionais”, afirmou.

Ele completou que, diante do “tarifaço ilegal e arbitrário de Trump”, “As empresas afetadas pelo tarifaço ilegal e arbitrário de Trump terão medidas de proteção para preservar empregos, garantir a produção e fortalecer a economia brasileira”, acrescentou.

O tom das declarações aponta para uma expectativa de medidas de retaliação comercial e de salvaguarda interna, enquanto cresce o debate político sobre responsabilidades e consequências do episódio.


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