O presidente da Argentina, Javier Milei, decidiu não viajar aos Estados Unidos para acompanhar a final da Copa do Mundo, marcada para domingo, 19, entre Espanha e Argentina.
Milei disse que repetirá o ritual que vem seguindo durante o torneio, assistindo aos jogos na residência oficial de Olivos, em Buenos Aires, porque acredita que isso traz sorte à seleção.
Em entrevista à rádio, ele também relatou outro costume que adotou durante a competição, envolvendo uma jaqueta da petrolífera YPF, ações que, em sua visão, influenciaram os resultados dos jogos, conforme informação divulgada pela rádio El Observador e pela AFP.
Decisão por superstição e o ritual em Olivos
Milei afirmou, sobre a decisão de permanecer em Buenos Aires para a final, que a escolha tem relação com uma crença pessoal, e confirmou a razão de forma direta, dizendo “Sim”.
Ele detalhou que continuará a ver a partida na residência oficial de Olivos, repetindo o padrão adotado desde o início do torneio, e atribui a rotina a um efeito positivo sobre a equipe.
Jaqueta da YPF, o talismã do presidente
O presidente contou ainda que passou a usar uma jaqueta da YPF como parte do ritual. Segundo ele, no jogo contra a Suíça, tirou a peça por causa do calor e, logo em seguida, a Argentina sofreu um gol.
Sobre o episódio, Milei disse, “Coloquei a jaqueta de novo e não a tirei mais”, indicando que a peça virou um amuleto pessoal para acompanhar as partidas.
Presença da Espanha e representação oficial
Em contraste, a Casa Real informou à AFP que o rei da Espanha, Felipe VI, estará presente na final, no MetLife Stadium, em East Rutherford, na região metropolitana de Nova York, ao lado da rainha Letizia e das duas filhas do casal.
Enquanto a delegação espanhola contará com representantes oficiais no estádio, Milei optará por manter seu ritual em solo argentino, uma decisão que mistura imagem pública, crença pessoal e uma tentativa de não quebrar supostas correntes de sorte para a seleção.
O que isso significa para a cobertura e para o público
A atitude de Milei ganhou atenção por misturar política e futebol, e ilustra como rituais pessoais podem ser usados por líderes para criar narrativas de proximidade com torcedores.
Para a audiência, a escolha também abre espaço para especulações e comentários sobre a influência de hábitos pessoais em eventos esportivos de grande visibilidade.

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